Linha de produtos
Desengraxantes base água e base solvente, preparação de superfície para pintura, limpeza técnica e higiene industrial.
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Perguntas frequentes
* As respostas desta seção foram redigidas com apoio de inteligência artificial a partir do conteúdo técnico da Motriz e revisadas pela equipe. Elas orientam, mas não substituem a análise do seu processo: fale com um consultor antes de definir o produto. Fale com um consultor.
O base água é diluído e usado no dia a dia: máquinas, pisos, peças e superfícies pintadas. É o padrão para linha de pré-pintura, porque é mais fácil de controlar e de enxaguar.
O base solvente entra na limpeza pesada, onde há muita graxa ou resíduo que a água não remove bem, e onde a peça não pode receber água. A escolha depende da sujidade, do substrato e da etapa seguinte do processo.
A tinta adere ao metal, não ao filme de óleo sobre ele. Para preparação de superfície a escolha é do alcalino (ARCLEANING B) na maioria dos casos, com enxágue controlado.
Em inox e alumínio, o levemente ácido (ARCLEANING A) evita manchamento. Se a peça fica parada entre o desengraxe e a pintura, o ARCLEANING P deixa proteção residual.
Depende do pH. Alcalinos fortes atacam alumínio e podem esmaecer pintura; por isso a linha é dividida em ácido, alcalino e neutro, para você escolher pelo substrato e não pelo poder de limpeza.
Na dúvida entre dois produtos, o caminho curto é a visita técnica: o consultor avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina.
Existem opções com menor impacto ambiental no portfólio, como o ARCLEANING N (neutro) e a linha ARSOLV de solventes. As características ambientais e de segurança de cada um estão na ficha técnica e na FDS do produto. É por elas que a indicação deve ser confirmada, principalmente quando há exigência de licenciamento, ISO 14001 ou segurança do trabalho.
Pode, mas nem sempre compensa. Piso costuma pedir mais poder de limpeza e menos cuidado com o substrato; peça que segue para pintura ou montagem pede o mínimo de resíduo possível.
Separar em dois produtos pode contribuir para reduzir retrabalho e o custo total do processo. Vale avaliar tecnicamente o consumo e o resultado de cada aplicação.
O consultor vai até o chão de fábrica, avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina antes de você padronizar o produto.
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