Perguntas frequentes
Perguntas frequentes sobre produtos químicos industriais
Respostas diretas para as dúvidas que mais aparecem no atendimento: fluido de corte, desengraxante, graxa, desmoldante, tratamento de água, FDS/FISPQ e entrega. Busque pela palavra ou navegue pelos temas.
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Tema 01
Consultoria, teste e custo total
Por que o preço do litro engana, como funciona o teste na sua máquina e o que o acompanhamento técnico inclui.
Por que não comparar produto químico só pelo preço do litro?
Porque o litro é a menor parte da conta. O custo real do processo soma o preço do produto com consumo, rendimento, vida útil, refugo, tempo de máquina, manutenção, descarte e ferramental. Um fluido que dura mais no reservatório ou uma graxa que aumenta o intervalo de lubrificação pode sair mais em conta mesmo custando mais por litro, ou não. Isso se mede no processo, não na tabela de preço.
Como funciona o teste na minha máquina?
O consultor visita a fábrica, entende a operação e o problema, e propõe um teste em uma máquina ou linha, com a sua peça e o seu ferramental. Durante o teste são acompanhados os pontos que importam para você: acabamento, vida de ferramenta, consumo, estabilidade.
O teste reduz a percepção de risco e permite validar tecnicamente a solução antes de ampliar para o resto da fábrica.
A consultoria e o acompanhamento depois da venda são cobrados?
Não. A consultoria técnica, o teste in loco e as visitas de acompanhamento (medição de concentração, avaliação de rendimento, ajuste de rotina) fazem parte do atendimento, sem custo adicional.
Minha fábrica não controla concentração nem pH do fluido. Isso é um problema?
É mais comum do que parece, e costuma ser a origem de emulsão apodrecendo, odor, espuma, corrosão e troca antes da hora. O caminho é montar uma rotina simples de medição e registro por máquina.
A Motriz ajuda a montar esse controle e acompanha as primeiras medições junto com a equipe, para que ele continue funcionando depois.
Vocês ajudam a escolher graxa e lubrificante e a interpretar a ficha técnica?
Sim. Escolher e dimensionar graxa e lubrificante é uma das dúvidas mais frequentes da manutenção. O consultor levanta os pontos de lubrificação, as condições de trabalho (carga, temperatura, água, poeira) e ajuda a ler a ficha técnica para chegar no produto e na quantidade certa.
A Motriz substitui o produto que eu já uso?
Quando faz sentido para o processo. A troca é proposta depois de entender a operação e validada com teste acompanhado. Muitas vezes o ganho está menos em trocar o produto e mais em controlar melhor o que já está em uso.
Dá para reduzir o número de produtos químicos na fábrica?
Na maioria das fábricas, sim. É comum encontrar itens diferentes fazendo a mesma coisa porque cada setor comprou por conta própria ao longo dos anos.
O diagnóstico mapeia o consumo por etapa e propõe uma lista consolidada. O ganho não é só no preço: é menos erro de aplicação, menos estoque parado e treinamento mais simples.
Tema 02
Atendimento, entrega e documentação
Regiões atendidas, prazo, FDS/FISPQ e para que tipo de empresa a Motriz trabalha.
Quais regiões a Motriz atende?
A base é em Garça, no interior de São Paulo, e todo o estado de São Paulo é atendido: Centro-Oeste Paulista (Marília, Bauru, Jaú, Botucatu, Lins, Ourinhos), Grande São Paulo e ABC, Vale do Paraíba, Campinas e entorno, Ribeirão Preto e região, São José do Rio Preto e Noroeste, e Sudoeste Paulista.
Fora de SP, a Motriz atende o Sul de Minas (Extrema, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Varginha, Passos) e o Paraná (Londrina, Maringá, Apucarana, Ponta Grossa, Curitiba). Para outras regiões, consulte a equipe.
Qual o prazo de entrega?
Depende do produto, do volume e da rota. Os itens de linha ficam em estoque em Garça e o prazo é confirmado no orçamento. Como produto em falta pode significar máquina parada, a equipe combina com o cliente uma rotina de reposição para o consumo recorrente.
Como faço para receber a FDS/FISPQ?
Pelo formulário de Solicitar FDS/FISPQ, informando o produto e a versão. Para implantação em fábrica ou auditoria, a equipe envia o pacote com a documentação de todos os itens da proposta.
Que tipo de empresa a Motriz atende?
Principalmente indústrias de pequeno e médio porte em que o produto químico interfere na produção: metalúrgicas e usinagem, injeção plástica, manutenção industrial, alimentícia e agroindústria. O atendimento é para empresas, com volumes e embalagens industriais.
Tema 03
Fluidos de corte e usinagem
Tipos de óleo solúvel, diluição, controle de concentração, mau cheiro e escolha por material.
Qual a diferença entre óleo solúvel mineral, semissintético e sintético?
Os três formam emulsão com água. O que muda é a proporção de óleo mineral e, com isso, o equilíbrio entre lubricidade e refrigeração.
- Mineral (ARCOOL MS): maior lubricidade, emulsão leitosa. Baixa e média severidade.
- Semissintético (ARCOOL SS): meio-termo, emulsão translúcida, boa visibilidade da peça e melhor controle microbiológico.
- Sintético (ARCOOL SP, SR e VG): sem óleo mineral, alto poder refrigerante, solução transparente. Retificação e alta rotação.
Na dúvida entre dois produtos, o caminho curto é a visita técnica: o consultor avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina.
Qual a concentração de diluição de um fluido de corte solúvel?
Depende do produto e da operação: cada fluido tem a sua faixa no boletim técnico. Em geral, operações leves e retificação trabalham na parte baixa da faixa, e usinagem severa e roscamento, na parte alta.
Na preparação, adicione o óleo na água, e não o contrário: a ordem inversa pode prejudicar a formação da emulsão. A concentração certa para a sua máquina deve ser definida com o consultor, a partir da operação e do material.
Como medir e controlar a concentração no dia a dia?
Com refratômetro: a leitura em Brix multiplicada pelo fator do produto indica a concentração. A rotina que resolve a maior parte dos problemas é simples: leitura periódica por máquina, registro, completagem com emulsão já preparada (e não só com água) e acompanhamento do pH.
Muita fábrica não tem essa rotina, e é aí que a emulsão perde vida útil. O consultor da Motriz ajuda a montar o controle e acompanha as primeiras medições junto com a equipe.
Por que o fluido de corte azeda e como evitar?
O cheiro forte na segunda-feira é proliferação microbiológica. As causas mais comuns são concentração abaixo da faixa, óleo de vazamento contaminando o reservatório, água parada no fim de semana e cavaco acumulado no tanque.
O que funciona: manter a concentração na faixa, remover o óleo de vazamento com skimmer, aerar o reservatório e limpar o sistema na troca. Para casos recorrentes existem produtos bioestáveis no ARCOOL SS.
Qual óleo de corte usar em alumínio e em metal amarelo?
Alumínio e metais amarelos (latão, bronze, cobre) mancham com facilidade e pedem aditivação específica, com pH mais baixo que os produtos voltados a aço.
Na Motriz, o ARCOOL MS atende metal amarelo em baixa e média severidade. Para usinagem severa de alumínio, a indicação passa pelos sintéticos e semissintéticos da linha.
O que significa um fluido que atende à NR-15?
A NR-15 trata de atividades insalubres; no contexto de fluidos de corte, a referência mais citada é o limite de névoa de óleo mineral no ambiente de trabalho.
Produtos formulados à base de ésteres, como o ARCUT VG, são desenvolvidos para atender a esse requisito e reduzir a exposição do operador.
Tema 04
Limpeza industrial e desengraxantes
Base água ou solvente, preparação para pintura, diluição e cuidados com cada superfície.
Qual a diferença entre desengraxante base água e base solvente?
O base água é diluído e usado no dia a dia: máquinas, pisos, peças e superfícies pintadas. É o padrão para linha de pré-pintura, porque é mais fácil de controlar e de enxaguar.
O base solvente entra na limpeza pesada, onde há muita graxa ou resíduo que a água não remove bem, e onde a peça não pode receber água. A escolha depende da sujidade, do substrato e da etapa seguinte do processo.
Qual desengraxante usar antes da pintura?
A tinta adere ao metal, não ao filme de óleo sobre ele. Para preparação de superfície a escolha é do alcalino (ARCLEANING B) na maioria dos casos, com enxágue controlado.
Em inox e alumínio, o levemente ácido (ARCLEANING A) evita manchamento. Se a peça fica parada entre o desengraxe e a pintura, o ARCLEANING P deixa proteção residual.
Desengraxante ataca superfície pintada ou alumínio?
Depende do pH. Alcalinos fortes atacam alumínio e podem esmaecer pintura; por isso a linha é dividida em ácido, alcalino e neutro, para você escolher pelo substrato e não pelo poder de limpeza.
Na dúvida entre dois produtos, o caminho curto é a visita técnica: o consultor avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina.
Existe desengraxante industrial biodegradável?
Existem opções com menor impacto ambiental no portfólio, como o ARCLEANING N (neutro) e a linha ARSOLV de solventes. As características ambientais e de segurança de cada um estão na ficha técnica e na FDS do produto. É por elas que a indicação deve ser confirmada, principalmente quando há exigência de licenciamento, ISO 14001 ou segurança do trabalho.
Posso usar o mesmo desengraxante para piso e para peça?
Pode, mas nem sempre compensa. Piso costuma pedir mais poder de limpeza e menos cuidado com o substrato; peça que segue para pintura ou montagem pede o mínimo de resíduo possível.
Separar em dois produtos pode contribuir para reduzir retrabalho e o custo total do processo. Vale avaliar tecnicamente o consumo e o resultado de cada aplicação.
Como escolher entre desengraxante alcalino, neutro e ácido?
Depende do substrato e da sujeira. O alcalino remove óleo e graxa de aço carbono com mais força; o neutro é indicado para alumínio e peças pintadas, que mancham em pH alto; o ácido entra quando há oxidação leve ou resíduo mineral, e pede enxágue e neutralização bem feitos.
Qual a diluição certa do desengraxante?
A diluição sai do tipo de sujeira, da temperatura e do tempo de contato, não do preço do litro. Na prática, define-se a menor concentração que limpa dentro do tempo do processo e registra-se isso no procedimento, com controle por titulação ou condutividade.
Tema 05
Graxas, lubrificantes e grau alimentício
Escolha da graxa, intervalo de relubrificação, lubrificante sintético e registro NSF H1.
Como escolher a graxa industrial certa?
Pelo ponto de aplicação e pelas condições de trabalho: temperatura, carga, rotação, vibração e presença de água ou produto químico. É por isso que esta linha é organizada por aplicação e não por código.
Traga a especificação do manual do equipamento: a Motriz atende à especificação solicitada pelo fabricante.
O que significa NSF H1 e HALAL num lubrificante?
NSF H1 é o registro para lubrificantes destinados a pontos com possibilidade de contato incidental com alimento; Halal é a certificação para plantas que atendem esse requisito. Nenhum dos dois autoriza contato intencional.
Quais produtos têm cada registro, e para quais usos, está na documentação específica de cada produto. É por ela que a indicação deve ser feita.
Lubrificante sintético compensa o preço maior?
A conta não é por litro: é por intervalo de troca, consumo e hora de máquina parada. Em compressores, redutores e sistemas hidráulicos, o sintético pode estender o intervalo de troca e reduzir paradas, dependendo da aplicação e das condições de operação.
Quando uma máquina quebra, a maior parte do custo costuma estar na parada e na perda de produção, não no reparo. Por isso a comparação deve considerar o custo total, avaliado tecnicamente no seu equipamento.
Qual lubrificante usar em corrente transportadora?
Depende da temperatura e do ambiente. Existem lubrificantes secos (PTFE, bissulfeto de molibdênio ou grafite) para ambientes com poeira, e lubrificantes atóxicos NSF H1 para linhas alimentícias.
Na dúvida entre dois produtos, o caminho curto é a visita técnica: o consultor avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina.
Vocês atendem sistemas centralizados de lubrificação?
Sim, tanto em máquinas-ferramenta (guias e barramentos de injetoras e centros de usinagem) quanto no agro, com a graxa AGRI 3X LUB 00 para sistemas centralizados.
Qual graxa usar em ambiente com água e poeira?
Em presença de água, a graxa precisa resistir à lavagem e proteger contra corrosão, normalmente uma graxa de sabão complexo, com aditivo anticorrosivo. Com poeira e impacto, entram cargas sólidas como bissulfeto de molibdênio. A escolha final considera temperatura, rotação e o intervalo de relubrificação que a manutenção consegue cumprir.
De quanto em quanto tempo relubrificar?
O intervalo depende do tipo de rolamento, da rotação, da temperatura e do ambiente. O caminho prático é partir do intervalo indicado pelo fabricante do equipamento e ajustar com o que se observa em campo: temperatura do mancal, ruído e estado da graxa retirada.
Dá para misturar graxas diferentes?
Não é recomendado. Espessantes incompatíveis podem amolecer ou endurecer a mistura e a lubrificação falha justamente sob carga. Na troca de produto, o correto é limpar o ponto e purgar a graxa antiga até sair só a nova.
Lubrificante grau alimentício lubrifica menos?
Não necessariamente. Existem formulações H1 desenvolvidas para cargas e temperaturas exigentes, mas o desempenho varia de produto para produto.
A indicação depende do ponto de lubrificação (corrente, redutor, rolamento, compressor) e deve ser validada com a ficha técnica e o registro de cada produto.
Quais documentos a auditoria costuma pedir?
Em geral: registro do lubrificante (quando aplicável), ficha técnica e FDS/FISPQ atualizada. Algumas plantas pedem também certificação Halal. A Motriz envia a documentação disponível de cada produto junto com a proposta.
Tema 06
Injeção plástica e desmoldantes
Desmoldante com e sem silicone, manchas na peça, purga, pastas de montagem e proteção de molde.
Qual a diferença entre desmoldante com e sem silicone?
O com silicone (Silicone Spray) solta melhor e é o padrão quando a peça não recebe tratamento depois.
O sem silicone (Desmoldante Pintável) é obrigatório quando a peça vai ser pintada, tampografada, colada ou soldada: o silicone residual impede a aderência e gera refugo difícil de rastrear.
Para que serve o agente de purga?
Limpa o canhão e o molde na troca de cor ou de material, e na parada de máquina. Reduz o tempo de purga e a quantidade de material desperdiçado até a peça sair aprovada. Serve para injeção, sopro e extrusão.
Como escolher a pasta de montagem pela temperatura?
Pelo ponto mais quente em que ela vai trabalhar: colunas e pinos extratores, parafusos do canhão, conexões próximas às resistências. Cada pasta tem a sua faixa de temperatura informada na ficha técnica: há opções para temperaturas moderadas, versão grau alimentício (BAL 90 TF 10) e pastas metálicas para temperaturas muito altas, como COOPER GREASE e METAL GREASE.
A escolha deve ser confirmada com a ficha técnica do produto e a temperatura real do ponto de aplicação.
Como proteger molde parado no estoque?
Com protetivo específico para molde, disponível em versão azul (visível, fácil de conferir se foi aplicado) e incolor. A atenção é na remoção: o protetivo precisa sair com o produto de limpeza que a ferramentaria já usa antes de voltar à produção.
Vocês fornecem óleo hidráulico para injetora?
Sim, o ARLUB HLP cobre a faixa completa de viscosidades para injetoras e prensas, e a ARLUB CGLP atende guias e barramentos. Traga a viscosidade indicada no manual da máquina.
Por que aparecem manchas na peça depois da desmoldagem?
Quase sempre por excesso de produto ou aplicação irregular: a película fica espessa em alguns pontos e migra para a superfície da peça. Aplicação leve e uniforme, com o molde na temperatura de trabalho, resolve a maior parte dos casos.
Tema 07
Tratamento de água
Torre de resfriamento, circuito de água gelada e uso de biocida.
O que o tratamento de água resolve na indústria?
Incrustação de sais na tubulação, corrosão do circuito e proliferação de limos e bactérias. Os três derrubam a troca térmica, aumentam o consumo de energia e encurtam a vida do equipamento.
Qual a diferença entre torre de resfriamento e água gelada?
A torre é circuito aberto, evapora água e concentra sais: usa o HL 152 PL. O sistema de água gelada é fechado e o problema é mais corrosão que incrustação: usa o HL 153 PL.
Com que frequência usar biocida?
Depende do sistema, da temperatura e da carga orgânica. O controle é feito por análise periódica, com alternância entre BIO 5000 e BIO 5010 para evitar resistência microbiológica.
Na dúvida entre dois produtos, o caminho curto é a visita técnica: o consultor avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina.
Tema 08
Controle do processo
Refratômetro, skimmer e diluidor: o que mede e mantém o produto dentro da faixa no dia a dia.
Para que serve o skimmer no reservatório?
Remove o óleo de vazamento que fica boiando sobre a emulsão. Esse óleo é a principal causa de emulsão azedando e de perda de vida útil do fluido. Tirar ele do tanque é a medida mais barata para estender a troca.
Como o refratômetro mede a concentração?
Pelo índice de refração da emulsão, lido em graus Brix. O valor lido é multiplicado pelo fator de correção do produto para chegar à concentração real. A leitura leva segundos e deve entrar na rotina diária de cada máquina.
Por que usar diluidor em vez de preparar no olho?
Porque a completagem é onde a concentração costuma se perder. O diluidor ajuda a manter a proporção a cada reposição, e a emulsão fora de faixa aparece primeiro na ferramenta e depois no custo.
* As respostas foram redigidas com apoio de inteligência artificial a partir do conteúdo técnico da Motriz e revisadas pela equipe. Elas orientam, mas não substituem a análise do seu processo: fale com um consultor antes de definir o produto.
Não achou a sua pergunta?
Descreva a operação para o consultor: ele responde e, se for o caso, agenda um teste na sua máquina. As perguntas novas também viram resposta aqui.