Óleos solúveis minerais, semissintéticos e sintéticos para torno, centro de usinagem e retífica, com controle de espuma e de proliferação bacteriana.
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Perguntas frequentes
* As respostas desta seção foram redigidas com apoio de inteligência artificial a partir do conteúdo técnico da Motriz e revisadas pela equipe. Elas orientam, mas não substituem a análise do seu processo: fale com um consultor antes de definir o produto. Fale com um consultor.
Os três formam emulsão com água; o que muda é a proporção de óleo mineral e, com isso, o equilíbrio entre lubricidade e refrigeração.
Com refratômetro: a leitura em Brix multiplicada pelo fator do produto dá a concentração real. O ideal é medir na mesma hora do dia, sempre no mesmo ponto do reservatório, e registrar. Concentração baixa causa cheiro e corrosão; alta gera espuma e consumo desnecessário.
O cheiro indica proliferação de bactérias, quase sempre ligada a três causas: concentração abaixo da faixa, óleo de vazamento (tramp oil) acumulado e máquina parada por dias. Manter a concentração, retirar o sobrenadante e limpar o sistema na troca resolve a maior parte dos casos.
Metais amarelos mancham com formulações muito alcalinas ou com certos aditivos de extrema pressão. Nesses casos usa-se um solúvel mineral de baixa alcalinidade, com teste de mancha na própria peça antes de padronizar.
O consultor vai até o chão de fábrica, avalia a operação e acompanha o teste na sua máquina antes de você padronizar o produto.
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